A Procura Viking

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Primeiro poooost *-*

Coeee poovo *-* bem, sou Thaiane, nova integrante desta bagaça aqui kkk estarei aqui toda semana para falar sobre futebol *----* aiai..
e pra começar, falarei do time mais lindo que existe neste planeta. alguem desafia descobrir? hã hã? rá, claro que to falando do Clube de Regatas Vasco da Gama né *-* o time que mesmo na dor, na alegria, o sentimento jamais acabará *-* vamos começar esta budega...
Historia
Foi fundado em 21 de Agosto de 1898 por um grupo de remadores. A escolha do nome, pavilhão e emblema foram Inspirados pelas celebrações do quarto centenário da descoberta do caminho marítimo para as Índias, os fundadores da nova agremiação lhe deram o nome de Club de Regatas Vasco da Gama, para cujo pavilhão foi escolhido o fundo preto, representando os mares ignotos do Oriente; atravessado por uma faixa branca, inicialmente horizontal, mas logo mudada para diagonal, representando a rota desbravada pelo almirante português; com uma Cruz de Malta no centro, símbolo ostentado pelas caravelas portuguesas da época dos "descobrimentos".
Em 1903, foi adotado um emblema circular que exibia uma caravela com a Cruz de Malta e, em 1922, foi criado o escudo atual, onde a caravela aparece no centro do fundo negro cortado pela diagonal branca, com as iniciais CR e VG entrelaçadas, respectivamente, acima e abaixo da faixa diagonal. A primeira camisa do Vasco, ainda na época do Remo, era parecida com a atual: preta, com uma faixa diagonal branca e a Cruz de Malta no centro. No entanto, a faixa diagonal partia do ombro direito, ao contrário do que acontece hoje.


Por influência do Lusitânia (clube que se fundiu com o Vasco em 1915 dando início ao seu Departamento de Futebol), a primeira camisa do Futebol tinha a gola e os punhos brancos e sem a faixa diagonal. Porém, a Cruz de Malta havia sido deslocada para o lado esquerdo do peito, junto ao coração. Em 1945, por sugestão do treinador Ondino Viera (que se inspirara na camisa do River Plate), o Vasco adotou a camisa branca, com a faixa diagonal preta, como uniforme número 2. A última grande modificação na camisa foi feita em 1988, com a supressão da faixa nas costas. A partir daí, apenas pequenas alterações foram processadas, de acordo com as mudanças de fornecedores de material esportivo e patrocinadores.

Após o sucesso no mar, no dia 26 de Npvembro de 1915 o Vasco se fundiu com o Lusitânia F.C. e formou seu primeiro time de futebol. Em 1923, após vencer a divisão de acesso do Campeonato Carioca (2ª Divisão do Campeonato Carioca) no ano anterior, o clube se uniu aos outros grandes do Rio de Janeiro, e conquistou o título logo em seu ano de estreia. As derrotas sofridas para o Vasco ao longo da competição eram inadmissíveis para os adversários, que logo começaram a alegar que o quadro de atletas cruzmaltinos era formado por pessoas de "profissão duvidosa" e que o clube não possuía um estádio a fim de excluí-lo do campeonato.
Após a tentativa fracassada de ver o Vasco da Gama fora da competição em 1923, os clubes da zona sul (área de elite da cidade do Rio de Janeiro), Botafogo, Flamengo e Fluminense e alguns outros clubes encontraram a solução para se verem livres dos vascaínos no ano seguinte. Assim, se uniram, abandonaram a Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT) e fundaram a Associação Metropolitana de Esportes Atléticos (AMEA), deixando de fora o Vasco, que só poderia se filiar à nova entidade caso dispensasse doze de seus atletas (todos negros) sob a acusação de que teriam "profissão duvidosa". Diante da situação imposta, em 1924, o presidente do Club de Regatas Vasco da Gama, José Augusto Prestes, enviou uma carta à AMEA, que veio a ser conhecida como a "resposta histórica". A seguir, um trecho desta carta:
“(...)Estamos certos que V.Exa. será o primeiro a reconhecer que seria um ato pouco digno da nossa parte sacrificar ao desejo de filiar-se à AMEA alguns dos que lutaram para que tivéssemos entre outras vitórias a do campeonato de futebol da cidade do Rio de Janeiro de 1923.
São esses doze jogadores jovens, quase todos brasileiros, no começo de sua carreira e o ato público que os pode macular nunca será praticado com a solidariedade dos que dirigem a casa que os acolheu, nem sob o pavilhão que eles, com tanta galhardia, cobriram de glórias.
Nestes termos, sentimos ter que comunicar a V.Exa. que desistimos de fazer parte da AMEA.
Queira V.Exa. aceitar os protestos de consideração e estima de quem tem a honra de se subscrever, de V.Exa. At. Vnr. Obrigado

(a) Dr. José Augusto Prestes
Presidente"
Desta forma em 1924 foram disputados dois campeonatos em paralelo sendo o da LMDT vencido de forma invicta pelo Vasco, conquistando assim o bicampeonato estadual. Em 21 de Abril de 1927, o Vasco da Gama inaugurava o então maior estádio do Brasil, São Januario (meu caldeiraaoo ♪), construído em dez meses e com dinheiro arrecadado por uma campanha de recolhimento de donativos de torcedores de toda a cidade. Dois anos depois seria inaugurada a sua iluminação, passando a ser o único clube do país com um estádio em condições de sediar jogos noturnos.
Em 1931, o Vasco se tornou o segundo clube brasileiro a ser convidado para uma excursão internacional depois do Paulistano. Em 1934, contando com craques como Leonidas sa Silva, Domingos da Guia, Fausto e outros, o Gigante da Colina conquistou o Campeonato Carioca.
Expresso da vitoria
Expresso da Vitória é como é conhecido o que é considerado pela maioria o maior esquadrão de futebol da história do Clube de Regatas Vasco da Gama e um dos maiores do Brasil, que jogou entre 1942 e 1952. A denominação teria surgido num programa musical da Radio Nacional, onde um cantor, ao se apresentar, disse que dedicaria a música ao Vasco, chamado por ele de "Expresso da Vitória", por atropelar seus adversários em campo.

O Expresso foi o primeiro time brasileiro a ganhar um título internacional fora do Brasil, o Torneio dos Campeões Sul-Americanos de 1948. Ao todo, foram onze títulos em dez anos, sendo desses cinco Cariocas, dois vencidos de forma invicta. Formou a base da seleção carioca tricampeã do Campeonato Brasileiro de Seleçoes Estaduiais em 1943, 1944 e 1946 e da seleção brasileira em 1949 e vice-campeao em 50, tendo no elenco da mesma oito jogadores vascaínos mais o técnico, Flávio Costa.


Ídolos
Se ao perguntar a um Vascaíno: quem e considerado o maior ídolo do Vasco? E este dizer somente o nome de um jogador, este não sabe realmente pra que torce.
O Vasco e um time que se consagrou por ter muitos ídolos durante sua historia. Quem e que nunca ouviu de Euller, Roberto Dinamite (que virou nosso presidente *-*), Edmundo (que finalmente fara sua partida de despedida), Ademir “Queixada” (integrante do Expresso), Juninho pernambucano (que esta de volta ao meu Vascao \\o//), Carlos Germano, a eterna muralha vascaína entre muuuitos outros. Há que diga que Romário tbm seja, porem tem la minhas duvida, afinal, um mulambo que se preze, não fica legal dizer sendo ídolo do Vasco certo? ;)
No time atual esta surgindo grandes possíveis novos ídolos, como Alecssandro, Bernardo lindo *-*, Eder Luis, mas isso deixo pra falr mais tarde.. ^^
Torcidas
Alguém já foi em algum jogo? Ou viu pela TV? Então vocês sabem como e lindo ver a torcida de um time, seja la ql for. Mas se você for ao estádio, ai sim saberá o que e relamente lindo *-* Ao entrar na arquibancada e sentir aquela vibração toda, te juro, da vontade de chorar :’( kk foi isso que aconteceu cmg na primeira vez ao estadio. Imagine Maracanã lotado, e você da de cara com sua torcida cantando, emocionada, com toda força que há em seus pulmões? Você chora *-* (arrepiei so de lembrar :$) taa, agora voltando ao post.
O Vasco possui varias torcidas, como: UV, TOV, PEQUENOS VASCAINOS, VILA VASQUEIRE, RASTA, IRA JOVEM, entre outras. Mas aqui falarei somente de duas: FJV e GDA.
Força Jovem Vasco _`X´_
Principal torcida vascaína. Criada em 19 de fevereiro de 1970, em um casarão da rua Cônego Tobias n.º 80, no bairro do Méier, de propriedade do saudoso médico e Vascaíno Dr. Guilherme Lopes de Almeida, cujos filhos "Guilherminho" e Fernanda também participaram da fundação da torcida, onde funcionou a primeira sede da FJV no porão da casa. A primeira faixa foi confeccionada no Méier e foi colocada na grade do Maracanã, atrás do gol, era toda branca com os seguintes dizeres em preto: "VASCO, O MÉIER TE SAÚDA". Quando o Campeonato Carioca daquele ano iniciou-se, outra faixa foi confeccionada. Nela estava o nome que nos enche de orgulho, e as outras de medo; "FORÇA JOVEM". Esta torcida tem como lema: “Vasco por amor, Força Jovem por ideal”.
Grito de guerra:
FORÇA JOVEM EM POSIÇÃO PRA DISPENSAR A MULTIDÃO
FORÇA JOVEM EM MOVIMENTO PRA DISPENSAR O BEM NOJENTO! ACIMA DE TUDO ABAIXO DE NADA FORÇA JOVEM VASCO!
eu sou da força jovem eu sou o bicho vai pegar e ninguém vai me segurar nem a pm
Sua torcida e “dividida” em famílias. O termo família foi inspirado na Família Corleone, do filme "O Poderoso Chefão", na ficção o termo Família significava o respeito, a confiança e a união entre pessoas diferentes, porém com um mesmo ideal. Tradução perfeita para o propósito da Força Jovem do Vasco, ou seja, torcedores loucos por seu clube, que vinham de diversas partes do Brasil e do mundo com o mesmo objetivo: torcer pro Vasco e revolucionar as torcidas de futebol, já que a FJV foi a pioneira em levar os gritos de guerra e coreografias para as arquibancadas e se dividir em FAMÍLIAS sendo copiada posteriormente por outras torcidas.

Guerreiros do Almirante
Usando do site de relacionamentos Orkut, como ferramenta para divulgar e alavancar o número de interessados, criaram um novo Movimento. Um Movimento totalmente diferente das tradicionais torcidas organizadas. Seria uma torcida nos moldes das demais sul-americanas, ou seja, das famosas Barras Bravas. A partir daí, escolheram um nome no “improviso”, criaram a comunidade no orkut e convocaram os Vascaínos a entrarem nesta barca. Marcaram a primeira reunião para o dia 04/08 e apenas 9 Guerreiros compareceram (Yuri, Bernardo, Juca, Diego, Leonardo Luz, Dudu Luz, Renata Neris, Mondragon e Renan). Com uma discreta propaganda, por volta de 15 loucos Vascaínos fizeram a estréia dos Guerreiros do Almirante, no dia 16/08. Uma estréia tímida em número de componentes, mas enorme em disposição e vibração. Apenas com bandeiras doVasco, estes 15 loucos já foram notados pelo restante dos torcedores presentes em São Januário. A partir do terceiro jogo, já estreamos nossas famosas “barras” (faixas verticais) e nossos primeiros instrumentos. Daí pra frente, todo mundo já sabe o que aconteceu: festas, festas e mais festas. Surgia a Barra mais Louca, também conhecida como Guerreiros do Almirante.
Atualidades
· Após terrível começo de temporada na taça rio, grandes problemas internos, na diretoria e afim, o Vasco consegue dar a volta por cima de tudo. Faz novas contratações, aumenta o ritmo de jogo, melhora na taça Guanabara, chegando a ir a final contra a mulambada (Flamengo pra quem não sabe –‘). Mas acaba perdendo nos pênaltis
· Conquistou a Copa do Brasil em cima do Coritiba por 3x2, após uma vitoria de 1x0 em São Januario. Com isso, garantindo sua passagem para libertadores 2012 *-*
· Juninho pernambucano, nosso eterno reizinho, esta de volta.
KKK, nao podia deixar de dar uma zoadinha ne? *-*
na historia sempre a um momento triste...
nao ha como nao arrepiar *-*
gente, nao sei, acho que nao coloquei tudo, ate porque nao ia dar rs. Mas o que tem ai, da pra saber mais ou menos a historia desse Clube que venceu todos os tipos de dificuldades, preconceitos e esta agora nessa nova fase pronta pra tudo que vier. Termino por aqui meu primeiro post. comentem o que acharam e saudaçoes vascainas para todos /+/



quarta-feira, 22 de junho de 2011

Oficina G3


   Graça e Paz de Jesus Cristo , meu povo e minha pova . A banda que irei apresentar é conhecida mundialmente , se você não conhecer esta banda , me desculpe , mas você está precisando se atualizar U.U
Enfim , chega de lero lero e vamos lá .



Oficina G3
“O som do rock que nasceu de um ministério de louvor”

O início
A trajetória de uma das bandas mais respeitadas do cenário musical se iniciou em meados de 1990 quando Juninho Afram (guitarra e vocal), Luciano Manga (Vocal), Walter Lopes (bateria), Túlio Régis (vocais) e Wagner Garcia Maradona (baixo), membros da Igreja Cristo Salva, em São Paulo, integravam o que chamavam de terceiro grupo, cuja finalidade era tocar em programações, de certo modo, mais modestas. Devido à forte interatividade entre os músicos, logo firmaram compromisso como uma banda com vida própria, o G3.        
Após a gravação do seu primeiro disco, um registro ao vivo datado de 1990, surge o nome para a banda, que de certa forma é bem sugestivo e combinou com a proposta de trabalho dos músicos. Oficina vem da idéia de conserto, o que sugere o grupo: “nós tocamos e cantamos embasados na Palavra de Deus, que pode consertar e restaurar o que está quebrado”. G3 é uma abreviação de Grupo 3, onde tudo começou.
(...) Juntando tudo isso firma: OFICINA G3 (ai que emoção) *-*

Estilo Musical
Quando Raul Seixas lançou em 1974 a música “Rock do diabo” e pregava aos quatro ventos que “... o diabo é o pai do rock...”, muitos preferiram ouvir a voz do místico a lembrar o que diz a palavra de Deus “tudo quanto têm fôlego, louve ao Senhor”. O diabo não criou os instrumentos musicais nem abençoa o homem com o dom de executar uma arte tão louvável: “Tocai com arte”, diz a Bíblia. Além de vencer os preconceitos dos mais ortodoxos e contrariar este jargão, a Oficina G3 resistiu a tudo e seguiu em frente para cumprir sua missão dentro da música. O resultado vem 13 anos depois, quando a banda é conhecida nacionalmente como uma das grandes bandas de rock do momento.           
Após constantes experiências com Deus, seus componentes conquistaram maturidade e dosam suas atuações de forma que a glória e honra sejam dadas ao Rei das Nações. Eles apenas utilizam o dom que receberam para ministrar a Palavra com qualidade e poesia, também. Por isso, a vaidade não tem lugar entre eles. “Nosso lema é Jesus, Vida e RocknRoll”, divulga Jean.       
Prova disso, é toda a versatilidade e profissionalismo que a banda sempre teve de não fugir às tendências musicais de cada época, num estilo onde não perde as características ao se empenharem em mostrar sua competência em outras vertentes do rock.
(...) Enfim , após isso foram vários lançamentos de CD’s e DVD’s , cada um melhor do que o outro *-*
Recentemente em 2010 eles gravaram o DVD DDG EXPERIENCE com tecnologia HD e é mais um marco na vida da banda .           
Para 2011 a banda prepara um novo cd.  Hoje o Brasil é testemunha de que o Senhor confirma cada passo dado pela banda Oficina G3, que continua sendo a grande referência do rocknroll no cenário gospel.
É sucesso que não acaba mais ,  kkkkkkkkkkkkkkkk \õ/
Tudo isso para a honra e glória do Senhor Jesus Cristo , ele merece .

Comprometimento
Os planos de Deus são realmente tremendos e, certamente, o ministério da Oficina G3 é abençoado por Ele. A prova está nos frutos... “O rock é um veículo que a gente usa para falar de vida”, reforça Jean. Por isso, o virtuosismo da banda não sobrepõe sua principal missão: pregar libertação. “Tocamos numa praça do Uruguai onde era ponto de venda de drogas. Deus mandou um temporal e os “cristãos” nos deixaram com os traficantes, metaleiros e punks. Ao final, muitos se converteram e um mês depois, naquela mesma praça, 250 pessoas se batizaram, frutos daquele dia”, relata o guitarrista uma das muitas experiência sobrenaturais. Atualmente Juninho é membro da Igreja Cristã da Família, Duca é membro da Igreja Batista e Jean da Comunidade da Graça, todos em São Paulo.

Um nome a ser lembrado
A Oficina G3 teve a ousadia de se lançar no mercado musical e fonográfico numa época em que nossas igrejas só consideravam lícitos os hinos tradicionais, herdados da reforma protestante e copiados em hinários como Cantor Cristão (Batista) ou Harpa Cristã (Assembléia de Deus). Seus fundadores souberam reconhecer o chamado de Deus e tiveram coragem para persistir em sua missão. Não titubearam em divulgar o evangelho da forma que eles mais sabiam: tocando rock. E assim foram e são um canal das bênçãos de Deus e instrumentos da salvação.Com esse estilo de música levam palavras de vida a pessoas e lugares que não têm acesso fácil à música gospel. Pelas portas que se abriram, já passaram diversas outras bandas e muitas outras ainda virão. Porém, barreiras outras serão derrubadas e mais portas serão abertas. Até o dia em que a música gospel será reconhecida no Brasil e no mundo por seu potencial e sua importância muitas vezes terapêuticos para a humanidade.


Destaque na mídia
A banda adquiriu credibilidade não somente no mercado fonográfico como em todo segmento da mídia que comparecem para divulgar seu trabalho.

 
Juninho Afram - Guitarrista e vocal.
Juninho Afram ministra workshops e master classes em todo o Brasil, onde divide o seu conhecimento e apresenta seu projeto instrumental.

 
Duca Tambasco – baixista.
 Duca Tambasco é endorsement dos contrabaixos TAGIMA. Também é professor de música, além de arranjador, produtor, compositor e back vocal. Vários segmentos da mídia também dão destaque ao músico.


 
Jean Carllos – Tecladista.
 Jean Carllos é endorsement dos teclados Kurzweill. Músico de expressão musical, também é arranjador, compositor, back vocal e faz aparições como vocal. Vários segmentos da mídia também dão destaque ao músico.



Mauro Henrique - Cantor, produtor musical e técnico da gravação, brasiliense, participou das bandas Vértice e FullRange.



Galera , na minha opnião , Oficina G3 é a melhor banda de rock do Brasil.
Enfim, enfim e enfim, cada um pensa do jeito que quiser.
Eu sou oficinadeira com orgulho U.U kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Baixem as músicas


VIDEO EM DESTAQUE







Reflexão


"Em tudo somos
atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não
desanimados.Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não
destruídos;" (2 Coríntios 4:8 e 9)

- Temos que agradecer todos os dias ao Senhor , pq sem Ele eu não estaria nem escrevendo isso para vocês , louvo a Deus porquê HOJE está se levantando uma geração DIFERENTE e que faz a diferença . Nós ? somos somos atribulados sim porém não desistimos de seguir a Jesus , nós ? muitas vezes ficamos abatidos sim , mas reconhecemos que é nesse momento que clamarmos ao Senhor e ele nos dá um NOVO ânimo , uma NOVA força ..
Sem Deus não conseguimos NADA mas com Deus podemos TUDO debaixo da santa unção que ele nos dá , OBRIGADA SENHOR porquê até hoje e creio que até amanha e os dias depois de amanha o Senhor vai me sustenta mas e mas *-*

Meu Jesus , príncipe da paz ♥

Andresinha.crf@hotmail.com

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Killzone 3


Killzone 3 
Killzone 3 é o quarto título da franquia de jogos de tiro em primeira pessoa exclusivos da Sony. O jogo dá continuidade a trama apresentada em Killzone 2 e coloca os dois protagonistas da edição anterior, Sev e Rico, atrás das linhas inimigas.
Apesar da jogabilidade não se distancia muito de Killzone 2, o jogo apresenta uma série de ajustes e algumas novidades, incluindo novas armas e itens, bem como o próprio design de cenários.
Além disso, existe a possibilidade de jogar o terceiro game com o PlayStation Move, o tão debatido controle sensível a movimentos da Sony. Por fim, há a oportunidade de visualizar os tiroteios tridimensionalmente, o que aumenta ainda mais a imersão do gamer na experiência.

História
O jogo começa imediatamente após o término do Killzone 2 e segue anteriores jogos de principal protagonista, Sev, um militar das Forças Especiais da Aliança Estratégica Interplanetária contra o Império Helghast.
A morte de seu ditador deixou o Império Helghast em um estado de luta interna. Agora, Sev e seu companheiro Rico estão presos no fogo cruzado entre as várias facções políticas, sem reforços e são deixados a lutar sozinho para escapar como o ISA luta para reagrupar suas forças e parar uma invasão Helghast da Terra. O jogo também vai dar aos jogadores um olhar mais profundo na cultura Helghan, como a sua linguagem e mostrar o que a humanidade terem deixado dentro deles.
Critica
O multiplayer, afinal, é o grande diferencial do novo game. Um sistema robusto de jogo, em que classes de personagens conseguem progredir com igualdade foi apresentado. Os modos de jogo também ganharam variações, com objetivos que mudam durante partidas e o bacana “Operations Mode”, em que jogadores melhor colocados no ranking aparecem em “cut scenes”. Aos jogadores menos experientes, que caem nos servidores repletos de pessoas já experimentadas, que jogaram versões alfa e beta do game, existe também o alento de um modo completo de treinamento, o Botzone, que permite que sejam estudados os mapas e estratégias antes de sair para ser assassinado 200 vezes nas mãos de veteranos. A novidade merece alarde.
A campanha para um jogador, porém, ainda que tenha variado em cenários (Helghan parece muito mais alienígena e tem uma paleta mais bonita de cores), nada traz de inovação para o gênero. A trama começa no ponto em que o game anterior parou, com o ditador Visari morto aos pés dos soldados Sev e Rico. A morte deixou um abismo político, que será preenchido em uma teia de esquemas e assassinatos enquanto Phyruss, a capital dos Helghast, arde. Presos no planeta e sem reforços, os membros restantes das Forças Especiais terão que lutar contra a implacável máquina de guerra Helghast sozinhos.
Os desenvolvedores até buscaram contar essa história de maneira diferente, não-linear, mas ela simplesmente não funciona (começar 6 meses no futuro para ter que jogar de novo a mesma fase no meio do game é apenas um tutorial estúpido - que poderia ser dispensado). Além disso, as sequências animadas tendem a assumir o controle no melhor momento da ação, outra ideia comum e lamentável em games que acreditam que contar uma história significa parar o jogo e tocar um vídeo. Pior ainda quando a história é cheia de clichês, como soldados questionando o comando, o infame “ninguém fica pra trás” e outras patriotadas do gênero. Pra piorar, o game cooperativo inexplicavemente não tem modo online, apenas em tela dividida.
É mesmo nas batalhas maciças e brutais que Killzone 3agrada - e muito. Ainda que tenha uns poucos bugs aqui e ali (duas vezes fiquei preso no mapa ao buscar rotas alternativas e mais de uma vez não consegui que tiros passassem buracos em paredes destruídas), a experiência de combate em larga escala é extremamente empolgante. Especialmente quando entram em ação os jatos portáteis ou chefes de fase como o gigantesco andador helghast (a melhor e mais épica sequência do game), quando o armamento pesado vira ordem e a munição é farta. Design, sonoplastia, qualidade gráfica, desenho dos mapas e as animações de aliados e inimigos são de primeira, apesar da história desconjuntada (felizmente você não é obrigado a assisti-la).

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